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domingo, 3 de março de 2013

Girls and boys







Ela: - O que você faria se estivesse, há muito tempo, apaixonado por alguém e tivesse medo de falar para a pessoa?
Ele: -Tentaria arranjar um meio, coragem talvez, para dizer o que sinto.
Ela: - E se você tivesse muita coisa a perder?
Ele: - Tipo o que?
Ela: - A amizade dela?
Ele: - Não acho que dizer que está apaixonada por um amigo seja razão para o mesmo dar um fim em uma amizade, ainda mais se a amizade tiver sido verdadeira.
Ela: - O que você faria se eu dissesse que gosto de você?
Ele: - Entraria em desespero...
Ela: - Por quê?
Ele: - Porque você é minha melhor amiga, praticamente uma irmã.
Ela: -Ah...
Ele: - Eu conheço a pessoa pela qual você está apaixonada?
Ela: - Melhor do que ninguém.
Ele: - Ele sabe dos seus sentimento?
Ela: - Sabe, mas disse que me considera sua melhor amiga, praticamente irmã
(silêncio)


n/b: Hey jujubas como estão?
A Faculdade está consumindo uns 80% do meu tempo, mas aos poucos estou me adaptando. Ah, já avisando, vocês vão começar a ver muitas resenhas de filmes por aqui por causa do meu curso (Audiovisual vulgo cinema) hauahuahauahau

 

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Imagine

- Mãe, posso ter um coelho?
- E para quê você quer um coelho?
- Ah, vai que ele cai em um buraco eu caio atrás e vou parar no País das Maravilhas?
- Mas você não precisa de um coelho para isso. 
- Não? Do que eu preciso então?
- Apenas da sua imaginação!




n/b: Oie minhas jujubas como estão?
Preciso de uma ajudinha de vocês, tenho que fazer uma tarefa do Teatro e preciso saber o que é cultura para as pessoas. Então, o que é cultura para vocês? (Se puderem me responder nos comentários ficarei feliz). 
Beijos ;*



quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

As Rosas

Duas crianças brincavam no jardim da casa da avó, quando uma delas reparou que uma roseira estava cheia de brotos.
- Vovó, vovó, a roseira está cheia de brotos - uma disse animada. 
- Mas quando irão florescer? - perguntou a outra impaciente observando a roseira.
- Calma, cada coisa tem o seu devido tempo para acontecer. 
       Passado-se poucos dias uma das crianças se aproximou da outra animada enquanto brincavam de pique-pegue.
- Venha ver, a roseira floresceu e as flores são lindas.
- Depois eu vejo, não quero perder tempo agora com isso, vamos brincar - e saiu correndo.
      Uma semana depois as duas crianças estavam tomando chá com a avó e observavam o jardim pela janela.
- Vocês viram as flores da roseira? Estavam muito bonitas - a velha senhora comentou.
- Eu vi - a que tinha visto as flores sorriu - Eram vermelhas, muito bonitas mesmo.
- Ah, eu quero ver - a outra saiu correndo para o jardim com a avó em seu encalço - Vovó, vovó, o que aconteceu com as flores? - ela perguntou com os olhos marejados.
- Secaram minha querida. - a senhora abraçou a neta.
- Mas por quê? Não faz nem uma semana que haviam florescido.
- Essas flores são bem parecidas com a vida, tem o tempo certo para acontecerem, e se deixarmos para reparar nos detalhes apenas mais tarde, logo perderemos a parte realmente bonita. São os detalhes que verdadeiramente importam, querida, e não o quanto eles duram.



n/b: Hey apples, como estão? Não sei se esse texto ficou lá essas coisas, mas veio a inspiração de madrugada e resolvi aproveitar, espero que gostem.
Beijos ;*

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A volta por cima...

 
 O Sol já se expandia no horizonte, e os malditos carros começavam a passar pela rua com suas buzinas infernais me fazendo acordar... Acordar para um mundo que eu não queria mais.
Conferi as dezenas de caixas de remédios vazias que se encontravam no criado mudo ao lado da minha cama, nenhum deles havia me tirado dessa vida e me levado para um lugar melhor. Esparramei-me pela cama, sentindo uma sensação estranha que me entorpecia, fiquei parada ali, encarando o teto, tentando esvaziar a mente dos problemas que me afligiam.
“O que você está fazendo?” minha consciência me perguntava, só faltava eu ficar louca conversando comigo mesma, mas sentia que aquela pergunta que rodava em minha mente, me fez refletir e reagir.
No auge dos meus 25 anos eu não precisava me matar, ainda tinha muito a viver. “Isso mesmo garota, seja forte, sacuda a poeira, levante e siga em frente...” disse pra mim mesma, levantando-me da cama e me encaminhando para o banheiro, joguei um pouco de água no rosto e me olhei no espelho. 
“O que eu tinha feito comigo mesma?” tentei afastar as lembranças dos últimos dias, que haviam sido sombrios, enquanto passava um pouco de maquiagem e liguei o rádio. Sorri ao perceber que tocava uma música que para mim foi como um sinal, aquela do qual eu precisava para seguir em frente, e então, cantei junto, enquanto me arrumava para aproveitar o dia e o Sol que brilhavam lá fora:
 “... Se a vida às vezes da uns dias de segundos cinza
e o tempo tic taca devagar
Põe o teu melhor vestido, brilha teu sorriso
Vem pra cá, vem pra cá...” ♫
(Do lado de cá – Chimarruts)


P.S. Hey apples como estão? Texto novinho em folha, acabou de ser escrito, espero que tenham gostado.
Beijos ;*