Ela corria rápido e parecia estar perdida, sem direção. O longo e pesado vestido atrapalhava-lhe os movimentos, eu tentava em vão reconhecê-la, pois tinha certeza que algo nela me era familiar.
Continuei correndo, e foi então que percebi que, ela tinha mesmo algo familiar, ela era eu.
Totalmente assustada com alguma coisa que não conseguia descobrir o quê, olhei rapidamente ao meu redor, procurando um lugar em que pudesse me refugiar, avistei um castelo e corri em sua direção, usando todo o fôlego que ainda me restava.
O jardim que me separava do castelo era imenso e por várias vezes me passou pela cabeça se teria um fim, ele era cheio de plantas espinhosas, as quais me feriam o rosto e os braços, apressei ainda mais o passo quando escutei barulhos de cavalos atrás de mim, eram eles que me perseguiam e eu sentia que se eles conseguissem se aproximar estaria morta. A porta de entrada do castelo estava relativamente perto e se aproximava ainda mais a cada passo que dava, antes de conseguir alcançá-la, tropecei em alguma coisa da qual não tive conhecimento e cai. Os cavalos pararam logo em seguida, tentei me levantar, mas algo me impedia, talvez tivesse torcido o tornozelo ou algo do tipo. Virei-me para encarar aqueles que me perseguiam, a adrenalina da correria ainda estava presente no meu corpo, respirava com um pouco de dificuldade e minhas mãos tremiam. Olhei para o rosto do rapaz que havia descido do cavalo e agora se aproximava, levei um susto ao reconhecê-lo, mesmo não tendo certeza disso, uma dor imensa invadiu meu coração, "como ele podia?". Ele empunhou sua espada e a apontou para o meu pescoço, fechei os olhos e conei cada segundo para o meu temivel fim, até sentir a espada se afastando da minha pele e um beque surdo perto de mim, ao abrir os olhos me deparei com o corpo dele ao chão e uma flecha cravada em seu coração. Desesperei-me e tentei ir em sua direção, sentia lágrimas escorrerem pelo meu rosto e antes de alcançá-lo tudo escureceu...
Acordei com a garganta seca e conferi as horas no meu celulara, eram 3h da manhã, o sonho ainda estava bem vivo na minha memória, e eu não conseguia encontrar um motivo para ter sonhado com aquilo, talvez seja culpa do livro que estou lendo ou por minha imagem ser fértil de mais. Resolvi anotá-lo, vai que sonho com a continuação ou faço dele um conto, não é mesmo?
n/b: Oi jujubinhas, não consegui sonhar com a continuação (até porque sonhei com isso de segunda para terça), mesmo porque esse sonho não teve pé e nem cabeça, mas talvez, se eu animar o transforme em um conto, e o livro que estou lendo é "Obra completa - Murilo Rubião" que é um livro de contos e um mais louco do que o outro -qq.
Ah, outra coisa, visitem o blog da minha amiga Trêm das dez.
Beijos ;*
Totalmente assustada com alguma coisa que não conseguia descobrir o quê, olhei rapidamente ao meu redor, procurando um lugar em que pudesse me refugiar, avistei um castelo e corri em sua direção, usando todo o fôlego que ainda me restava.
O jardim que me separava do castelo era imenso e por várias vezes me passou pela cabeça se teria um fim, ele era cheio de plantas espinhosas, as quais me feriam o rosto e os braços, apressei ainda mais o passo quando escutei barulhos de cavalos atrás de mim, eram eles que me perseguiam e eu sentia que se eles conseguissem se aproximar estaria morta. A porta de entrada do castelo estava relativamente perto e se aproximava ainda mais a cada passo que dava, antes de conseguir alcançá-la, tropecei em alguma coisa da qual não tive conhecimento e cai. Os cavalos pararam logo em seguida, tentei me levantar, mas algo me impedia, talvez tivesse torcido o tornozelo ou algo do tipo. Virei-me para encarar aqueles que me perseguiam, a adrenalina da correria ainda estava presente no meu corpo, respirava com um pouco de dificuldade e minhas mãos tremiam. Olhei para o rosto do rapaz que havia descido do cavalo e agora se aproximava, levei um susto ao reconhecê-lo, mesmo não tendo certeza disso, uma dor imensa invadiu meu coração, "como ele podia?". Ele empunhou sua espada e a apontou para o meu pescoço, fechei os olhos e conei cada segundo para o meu temivel fim, até sentir a espada se afastando da minha pele e um beque surdo perto de mim, ao abrir os olhos me deparei com o corpo dele ao chão e uma flecha cravada em seu coração. Desesperei-me e tentei ir em sua direção, sentia lágrimas escorrerem pelo meu rosto e antes de alcançá-lo tudo escureceu...
Acordei com a garganta seca e conferi as horas no meu celulara, eram 3h da manhã, o sonho ainda estava bem vivo na minha memória, e eu não conseguia encontrar um motivo para ter sonhado com aquilo, talvez seja culpa do livro que estou lendo ou por minha imagem ser fértil de mais. Resolvi anotá-lo, vai que sonho com a continuação ou faço dele um conto, não é mesmo?
n/b: Oi jujubinhas, não consegui sonhar com a continuação (até porque sonhei com isso de segunda para terça), mesmo porque esse sonho não teve pé e nem cabeça, mas talvez, se eu animar o transforme em um conto, e o livro que estou lendo é "Obra completa - Murilo Rubião" que é um livro de contos e um mais louco do que o outro -qq.
Ah, outra coisa, visitem o blog da minha amiga Trêm das dez.
Beijos ;*
